terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Torre Eiffel
Um dos pontos turísticos mais visitados da Europa, a Torre Eiffel, foi projetada pelo arquiteto Maurice Koechlin, um dos engenheiros da empresa de Gustave Eiffel (1832-1923). Logo de início o engenheiro não se mostrou muito entusiasmado com o projeto. Porém, sentiu-se tentado pelo resultado que a façanha lhe traria, caso fosse bem sucedida.
Com a comemoração da passagem do centenário da Revolução Francesa. Em 1887 o governo planejou um concurso para apresentação na Exposição Mundial no campo de Marte, à margem esquerda do Sena. O concurso exigia a construção de um monumento de 300 metros de altura.
Foi mais de cem designs arquitetônicos competindo com o projeto da “dama de ferro”. O que não seria impossível para Eiffel que já tinha história, pois o mesmo já havia feito a estrutura que sustenta a estátua da liberdade que a França dera de presente a New York.
No período de sua construção houve muito protesto. “Em 14 de fevereiro de 1887, foi publicado no jornal Le temps um protesto dos artistas contra a torre do senhor Eiffel: Nós, escritores, pintores, escultores, arquitetos, amantes apaixonados da beleza até hoje intacta de Paris, vimos protestar com toda a nossa força e toda nossa indignação, em nome do gosto francês ignorado, em nome da arte da história francesa ameaçados, contra a ereção, em pleno coração da nossa capital, da inútil e monstruosa Torre Eiffel.” Este protesto foi assinado pelo Guy de Maupassant o mesmo referia-se a ela como: “alta e magra pirâmide de escadas de ferro, esqueleto desgracioso e gigante, cuja base parece feita para suportar um formidável monumento de ciclopes e que aborta em um ridículo e magro perfil de chaminé de fábrica”.
No entanto, a história mudou para a Torre Eiffel com sua finalização. Durando dois anos para ser concluída. Tornou-se um sucesso técnico e arquitetônico. Sendo inaugurada em 31 de março de 1889, pelo príncipe de Gales que depois se tornou Rei Eduardo VII.
Superou na época, a pirâmide Quéops, no Egito, com 138 metros e quase cinco mil anos de idade. A torre foi considerada construção mais alta até 1930. Com 317 metros e aproximadamente 10 000 toneladas. As funções ao longo dos anos a ela atribuídas foram: Torre de emissão de telégrafo sem fio, em 1903; depois de sinal de rádio, a partir de 1921; e finalmente sinal de televisão em 1949.
A torre fez parte de histórica façanha, como na volta do aeroplano nº 6 de Santos do Mont em 19 de outubro de 1901. Também foi palco de vários suicídios, ameaças terroristas, incêndios e recordes batidos, como a exemplo do Huguer Richard que em 18 de abril de 2002 subiu 115 metros das escadas da torre, de bicicleta, em 19 minutos e 4 segundos, batendo seu próprio recorde (o mesmo já havia feito esse inusitado ‘feito histórico’). Testes dos primeiros pára-quedas. Filmagem de uma fita de James Bond. Até uma séria tentativa para vendê-la por um ousado farsante: 1925 o vigarista austro-húngaro Victor Lustig, que se fazia chamar “o conde” conseguiu dar o golpe de sua vida, vendendo a torre a um ingênuo negociante de sucata. A prefeitura estava com graves dificuldades para reparar o oxidado monumento. Foi aí que o ‘conde’ hospedou-se no hotel mais elegante e mandou chamar todos os donos de sucatas da cidade. Informando a eles que a prefeitura tinha interesse de vender o monumento ao que melhor ofertasse. Recebeu a proposta de todos, porém escolheu a quem tinha cara de menos esperto. Entrou em contato com o dono da sucata escolhido e informou que a proposta do mesmo havia sido aceita, solicitou adiantamento da metade, assegurando que a prefeitura trabalhava desta forma por segurança. Poucos dias depois o escolhido voltou a procurar o falsário, porém, o mesmo já tinha pagado a conta do hotel e encerrado assim o golpe.
Atualmente a torre abriga em sua parte inferior museu de cera que figura seu criador, um elegante restaurante Jules Verne, lojas e um cinema que relata a história de sua construção.
Este ano de 2009, a torre completou 120 anos. Possui um site que pode ser visitado por quem tenha mais curiosidades por este símbolo francês. www.tour-eiffel.fr
Referências Bibliográficas
COELLHO, Ricardo Corrêa. Os franceses. 1. ed., São Paulo: Contexto, 2008.
http://www.franca-turismo.com/eiffel.html
http://www.revistaturismo.com.br/passeios/eiffel.html
Com a comemoração da passagem do centenário da Revolução Francesa. Em 1887 o governo planejou um concurso para apresentação na Exposição Mundial no campo de Marte, à margem esquerda do Sena. O concurso exigia a construção de um monumento de 300 metros de altura.
Foi mais de cem designs arquitetônicos competindo com o projeto da “dama de ferro”. O que não seria impossível para Eiffel que já tinha história, pois o mesmo já havia feito a estrutura que sustenta a estátua da liberdade que a França dera de presente a New York.
No período de sua construção houve muito protesto. “Em 14 de fevereiro de 1887, foi publicado no jornal Le temps um protesto dos artistas contra a torre do senhor Eiffel: Nós, escritores, pintores, escultores, arquitetos, amantes apaixonados da beleza até hoje intacta de Paris, vimos protestar com toda a nossa força e toda nossa indignação, em nome do gosto francês ignorado, em nome da arte da história francesa ameaçados, contra a ereção, em pleno coração da nossa capital, da inútil e monstruosa Torre Eiffel.” Este protesto foi assinado pelo Guy de Maupassant o mesmo referia-se a ela como: “alta e magra pirâmide de escadas de ferro, esqueleto desgracioso e gigante, cuja base parece feita para suportar um formidável monumento de ciclopes e que aborta em um ridículo e magro perfil de chaminé de fábrica”.
No entanto, a história mudou para a Torre Eiffel com sua finalização. Durando dois anos para ser concluída. Tornou-se um sucesso técnico e arquitetônico. Sendo inaugurada em 31 de março de 1889, pelo príncipe de Gales que depois se tornou Rei Eduardo VII.
Superou na época, a pirâmide Quéops, no Egito, com 138 metros e quase cinco mil anos de idade. A torre foi considerada construção mais alta até 1930. Com 317 metros e aproximadamente 10 000 toneladas. As funções ao longo dos anos a ela atribuídas foram: Torre de emissão de telégrafo sem fio, em 1903; depois de sinal de rádio, a partir de 1921; e finalmente sinal de televisão em 1949.
A torre fez parte de histórica façanha, como na volta do aeroplano nº 6 de Santos do Mont em 19 de outubro de 1901. Também foi palco de vários suicídios, ameaças terroristas, incêndios e recordes batidos, como a exemplo do Huguer Richard que em 18 de abril de 2002 subiu 115 metros das escadas da torre, de bicicleta, em 19 minutos e 4 segundos, batendo seu próprio recorde (o mesmo já havia feito esse inusitado ‘feito histórico’). Testes dos primeiros pára-quedas. Filmagem de uma fita de James Bond. Até uma séria tentativa para vendê-la por um ousado farsante: 1925 o vigarista austro-húngaro Victor Lustig, que se fazia chamar “o conde” conseguiu dar o golpe de sua vida, vendendo a torre a um ingênuo negociante de sucata. A prefeitura estava com graves dificuldades para reparar o oxidado monumento. Foi aí que o ‘conde’ hospedou-se no hotel mais elegante e mandou chamar todos os donos de sucatas da cidade. Informando a eles que a prefeitura tinha interesse de vender o monumento ao que melhor ofertasse. Recebeu a proposta de todos, porém escolheu a quem tinha cara de menos esperto. Entrou em contato com o dono da sucata escolhido e informou que a proposta do mesmo havia sido aceita, solicitou adiantamento da metade, assegurando que a prefeitura trabalhava desta forma por segurança. Poucos dias depois o escolhido voltou a procurar o falsário, porém, o mesmo já tinha pagado a conta do hotel e encerrado assim o golpe.
Atualmente a torre abriga em sua parte inferior museu de cera que figura seu criador, um elegante restaurante Jules Verne, lojas e um cinema que relata a história de sua construção.
Este ano de 2009, a torre completou 120 anos. Possui um site que pode ser visitado por quem tenha mais curiosidades por este símbolo francês. www.tour-eiffel.fr
Referências Bibliográficas
COELLHO, Ricardo Corrêa. Os franceses. 1. ed., São Paulo: Contexto, 2008.
http://www.franca-turismo.com/eiffel.html
http://www.revistaturismo.com.br/passeios/eiffel.html
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Equipe de gerenciadores de RH
Meu noivo, meu modelo, meu...só meu : )
Excelente idéia
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